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     Quarta, 17 de Setembro de 2014

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O SENHOR JESUS E A GLÓRIA DE DEUS - Estudo # 2 - João 17

Publicado em 2/19/2006

Alexandros Meimaridis - petrakis_adm@yahoo.com.br
JesusSite

Introdução

I - A relação entre esta oração e o discurso de despedida (João 14 - 16), pode ser encontrada no verso de abertura: "Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse..." - João 17:1. O propósito que Jesus tinha ao fazer este discurso final era preparar os discípulos para os dias difíceis que viriam. Tal propósito é intensificado quando ele permite que os discípulos ouçam esta oração.

II - Ao ouvir esta incomum comunicação do Santo Filho de Deus com Seu Pai os discípulos tiveram a oportunidade de aprender uma verdade muito importante e encorajadora. Nestes instantes os discípulos percebem que Jesus fez muito mais do que somente ensiná-los no que acreditar ou em como deveriam viver. Ele havia entrado plenamente na vida de cada um deles para sustentá-los, dirigi-los, fortalecê-los, capacitá-los e especialmente viver Sua vida através deles. À medida que eles foram crescendo na compreensão desta provisão o relacionamento deles com Jesus tornou-se revolucionário e transformador. Esta é uma das verdades mais básicas da vida cristã.

III - Na ação de Jesus descrita como "levantou os olhos ao céu" nós somos lembrados da natureza essencial da oração. A oração é nosso reconhecimento da grandeza de Deus, acompanhado da nossa adoração e confiança.

A. A base relacional da Oração

Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti (João 17:1).


1. A exclusividade de Jesus é destacada nesta oração.

" É importante notar que Jesus não disse "Pai Nosso". Ao estudarmos o relacionamento de Jesus com o Pai ele sempre faz uma distinção cuidadosa entre "Meu Pai" e "Vosso Pai". Ele não poderia dizer "Nosso Pai" e se unir a nós no tipo de relacionamento que temos com Deus, porque o relacionamento que Jesus tem com Deus é infinitamente e eternamente distinto daquele que nós temos com Deus. O Ser ou a Essência de Jesus são idênticas as do Pai. É por este motivo que ele diz "Eu e o Pai Somos um" (João 10:30). Já nossa relação com Deus está baseada na criação e na graça de Deus. Ele é infinito ao passo que nós somos finitos. Mas a graça de Deus nos convida a chamá-lo de Pai, pois através de Jesus somo feitos "filhos de Deus".

" Esta verdade é reconhecida e ensinada quando Jesus falou com Maria Madalena após ter ressuscitado: Recomendou-lhe Jesus: Não me detenhas; porque ainda não subi para meu Pai, mas vai ter com os meus irmãos e dize-lhes: Subo para meu Pai e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus - (João 20:17).


2. O significado de Jesus se dirigir a Deus como Pai.

" O Senhor Jesus podia chamar Deus de Seu "Pai" por causa da união essencial e de identidade de ser que os dois possuem e compartilham desde a eternidade passada. O Pai e o Filho são 100% o Deus infinito. Os termos "Pai" e "Filho" não indicam, em nenhuma hipótese, uma desigualdade. Tais termos são utilizados para indicar funções relacionais e ofícios e para nos ajudar a entender, pelo menos um pouco, este grande mistério que é o de um só Deus existindo em três pessoas. A relação entre Deus, o Pai, e Jesus é ensinada pelo uso do termo "unigênito" em passagens como João 1:14 e 3:16. O significado da palavra no original monogene unigênito é: exclusivo, único na sua categoria. Negar esta verdade é uma das mais sérias ofensas que alguém pode cometer (João 8:24).

" O Senhor Jesus podia chamar Deus de Seu "Pai" por causa do seu nascimento virginal. Foi através deste ato milagroso que o Senhor Jesus recebeu Sua natureza humana e Seu corpo físico. Quando a virgem Maria concebeu, mediante a ação do Espírito Santo, o Senhor Jesus foi a personalidade resultante daquela concepção. Este é o motivo porque o profeta distingue entre "nascido" e "dado": Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu (Isaías 9:6) e "Por isso, ao entrar no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste; antes, um corpo me formaste (Hebreus 10:5).

" O Senhor Jesus podia chamar Deus de Seu "Pai" por causa da maneira como ele representava a raça humana de modo geral e os cristãos de modo particular como o "último Adão" (Romanos 5:14; 1 Coríntios 15:45). O Senhor Jesus veio a este mundo como nosso representante. Nesta condição Ele dependia completamente do Pai. Pelo uso deste título (segundo ou último Adão) e por causa da completa dependência que Ele tinha do Pai, nosso Salvador reconhece o relacionamento que Ele escolheu assumir e expressa Sua total confiança no Pai.

" O Senhor Jesus podia Chamar Deus de Seu "Pai" porque o uso desta expressão "Pai" indicava Seu profundo amor por Deus, sua submissão integral à vontade de Deus bem como sua confiança total em Deus com respeito às próximas horas, que seriam as mais difíceis que o Salvador iria experimentar. Quando o Senhor Jesus estava no Getsêmani e Ele quase morreu de tristeza pelo que haveria de sofrer na cruz do Calvário - que incluía experimentar nosso julgamento, condenação, morte física e o inferno em nosso lugar - Ele suportou todas estas coisas com um nome nos seus lábios: PAI.

Muitos anos antes desta oração ser proferida o Senhor já havia inspirado o Salmista a dizer: "Em me vindo o temor, hei de confiar em ti" (Salmos 56:3). Nesta oração nos podemos testemunhar o Senhor Jesus, agora o Deus homem - colocar em prática esta grande verdade.

B. O Contexto Histórico da Oração

Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti, (João 17:1).


1. O Significado desta Afirmação na Perspectiva do que Aconteceu Antes.

a. A Crucificação e a Ressurreição de Jesus Cristo não são eventos de origem recente e sim parte dos decretos eternos de Deus.

Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós. 1 Pedro 1:18 - 20

E adorá-la-ão (a besta) todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro (o Senhor Jesus) que foi morto desde a fundação do mundo. (Apocalipse 13:8).

b. A obra do Senhor Jesus tem sido anunciada deste o começo da revelação Divina.

" O confronto entre Jesus e Satanás foi predito ainda no Éden - Gênesis 3:15

" Jesus foi tipificado nas peles dos animais que Deus usou para cobrir Adão e Eva - Gênesis 3:21

" Moisés profetizou a vinda do Senhor Jesus - Deuteronômio 18:18

" Tanto Arão quanto o Sacerdócio Levítico tipificavam o Senhor Jesus bem como Sua obra - Hebreus 5:1-5; 9:1 - 26; 10:1.

" O profeta Isaías forneceu detalhes específicos sobre a Pessoa, o Ministério, a Morte e a Ressurreição do Senhor Jesus - Isaías 7:14; 9:1 - 7; 52:13 - 15; 53:1 - 12; 61:1 - 3.

" Durante os dias da Sua vida o Senhor Jesus falou acerca da "hora" da Sua morte e glorificação:

Respondeu-lhes Jesus: É chegada a hora de ser glorificado o Filho do Homem. Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto. (João 12:23 - 24).

Agora, está angustiada a minha alma, e que direi eu? Pai, salva-me desta hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora. (João 12:27).

Ora, antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim. (João 13:1).

c. Tendo todo este passado em perspectiva, o Senhor Jesus compreende que havia chegado em um ponto culminante da Sua história. Toda a antecipação, os questionamentos bem como toda a preparação estão no passado. Tudo pelo qual ele havia trabalhado Sua vida toda estava agora chegando sobre ele.


2. O Significado desta Frase da Perspectiva do Futuro.

a. O Senhor Jesus sabia que alguns dos momentos mais dramáticos da história da humanidade aconteceriam nas próximas horas e que ele teria uma participação importante nestes eventos.

" As demandas da Lei Divina teriam que ser satisfeitas - Romanos 8:2, 3.

" O pecado seria revelado como é e seria julgado - 1 Pedro 3:18

" A reconciliação de Deus com o mundo seria alcançada - 2 Coríntios 5:18 -19

" A morte seria vencida - 1 Coríntios 15:54 - 57

" Satanás e todas suas hostes seria derrotados - Colossenses 2:15

" Em tudo que está descrito acima foi feita uma provisão divina mais do que adequada para a nossa justificação (sermos declarados justos por Deus), perdão dos pecados, reconciliação com Deus, aceitação e libertação do povo de Deus - Romanos 5:8 - 11.

b. O Senhor Jesus também sabia que estes grandes eventos, descritos acima, dependiam completamente dEle e da Sua vontade de representar o homem pecador como ele é, e sofrer todas as conseqüências do pecado, da morte e do inferno. A extensão do que tudo isto significava, do ponto de vista da experiência real, ainda estava oculto. Mas o que ele sabia era suficiente para deixá-lo bastante apreensivo. Sofrer as conseqüências do pecado - que era o exato oposto daquilo que Ele era como pessoa (sem pecado, santo e justo) - e ser negado, durante àquelas horas, o conforto que ele sempre experimentara e finalmente ser abandonado (esquecido) consistiam em uma realidade que Ele percebia com a maior das preocupações. Hebreus 5:7 - 9.

c. À medida que o Senhor Jesus olhava para o futuro, Ele se sentia confortado com as profecias que falavam da Sua ressurreição e glórias futuras (Hebreus 12:2). Podemos especular que nos dias que antecederam estes momentos o Senhor Jesus deve ter lido e relido, meditado e orado acerca daquelas partes das escrituras que podiam lançar luz sobre Seu futuro imediato. Ele acreditava na palavra do Pai e prosseguiu sabendo que Seu Pai seria fiel à palavra empenhada (Isaías capítulos 52, 53 e 61).

C. O Objetivo da Oração Esclarecido

Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti (João 17:1).

1. O significado da expressão "a glória de Deus".

a. O Uso Bíblico da Palavra "Glória".

i. No Antigo Testamento, a palavra mais comum usada para designar "glória", tinha a ver com o conceito de "algo pesado" (dbk - CaBuD). O mesmo conceito era usado para se referir a possessões. É comum encontrarmos no original hebraico do Antigo Testamento, a idéia de alguém estando "pesado, com muitas posses".
Então, ouvia Jacó os comentários dos filhos de Labão, que diziam: Jacó se apossou de tudo o que era de nosso pai; e do que era de nosso pai juntou ele toda esta riqueza (ou glória) - Gênesis 31:1

ii. Riqueza, influência, posição e poder são também indicados por esta palavra. José instruiu a seus irmãos a que informassem a seu pai acerca de todas as coisas que lhe eram pertinentes no Egito.

Anunciai a meu pai toda a minha glória no Egito e tudo o que tendes visto; apressai-vos e fazei descer meu pai para aqui. Gênesis 45:13.

iii. Quando o povo de Israel foi julgado por Deus e a Arca da Aliança foi levada pelos Filisteus, a mulher do sacerdote Finéias chamou seu filho de "Icabô", para indicar que a glória não estava mais presente em Israel.

Mas chamou ao menino Icabô, dizendo: Foi-se a glória de Israel. Isto ela disse, porque a arca de Deus fora tomada e por causa de seu sogro e de seu marido. 1 Samuel 4:21.

IV. De forma mais particular a palavra "gloria", seja no Antigo ou no Novo Testamento, refere-se à excelência da pessoa de Deus, Seus atos grandiosos e Sua misericórdia infinita. A palavra também é utilizada para reconhecer a grandeza de Deus e o louvor, honra e ações de graça que devem brotar do reconhecimento de Seus grandes atos e dos muitos aspectos da Sua bondade misericordiosa para com Seu povo.

Davi expressou sua gratidão a Deus da forma seguinte:

Gloriai-vos no seu santo nome; alegre-se o coração dos que buscam o SENHOR.
Anunciai entre as nações a sua glória, entre todos os povos, as suas maravilhas.
Glória e majestade estão diante dele, força e formosura, no seu santuário.
E dizei: Salva-nos, ó Deus da nossa salvação, ajunta-nos e livra-nos das nações, para que rendamos graças ao teu santo nome e nos gloriemos no teu louvor. 1 Crônicas 16:10,24,27 e 35.

Jesus expressou as mesmas idéias com as seguintes palavras:

Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus - Mateus 5:16.

E as multidões vendo as boas obras que o Senhor Jesus fazia reagiam de maneira apropriada dando glória a Deus:

Vendo isto, as multidões, possuídas de temor, glorificaram a Deus, que dera tal autoridade aos homens - Mateus 9:8.

De modo que o povo se maravilhou ao ver que os mudos falavam, os aleijados recobravam saúde, os coxos andavam e os cegos viam. Então, glorificavam ao Deus de Israel - Mateus 15:31.


2. A vida do Senhor Jesus e a glória de Deus

a. - Quando o Senhor Jesus viveu nesta terra era seu constante desejo trazer glória ao Seu Pai. Tudo o que Jesus ensinou e realizou manifestavam a compaixão, a verdade, a sabedoria e o poder do Pai. Através de tudo que fez Jesus trouxe, de contínuo, glória a Deus.

E vieram a ele muitas multidões trazendo consigo coxos, aleijados, cegos, mudos e outros muitos e os largaram junto aos pés de Jesus; e ele os curou. De modo que o povo se maravilhou ao ver que os mudos falavam, os aleijados recobravam saúde, os coxos andavam e os cegos viam. Então, glorificavam ao Deus de Israel. (Mateus 15:30 - 31).

b. Os discípulos ficaram tão impressionados com a maneira como Jesus produzia a glória de Seu Pai que incluíram esta idéia no resumo da vida de Jesus:

E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. (João 1:14)

3. A Explicação do pedido - "glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti".

a. A oração se encaixa perfeitamente no contexto maior do plano que o Pai tem de glorificar o Filho (Romanos 8:28 - 29 - Colossenses 1:18). Neste momento o Senhor está orando para que o plano de Deus seja concretizado e para que Ele contribua para tal sendo plenamente obediente à vontade de Deus.

b. Esta oração também está relacionada à grande verdade de que o Senhor Jesus é a revelação de Deus (João 1:18; João 14:6 - 11; Hebreus 1:1 - 3). Só podemos conhecer o Pai através de Jesus.

c. O Senhor Jesus também faz esta oração baseado nas profecias das Escrituras. O Pai prometeu dar ao Filho as nações como Sua herança e a terra como possessão (Salmo 2:6-9). Jesus ora para que a palavra de Deus se cumpra em Sua vida - de tal forma que Seu Pai seja reconhecido com fiel e seja glorificado.

d. Jesus está orando para que a vontade do Pai seja concretizada em Sua vida, principalmente no que diz respeito às próximas horas.

" Esta é uma oração para que o Pai seja glorificado através da sua crucificação: Agora, está angustiada a minha alma, e que direi eu? Pai salva-me desta hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora. Pai glorifica o teu nome. Então, veio uma voz do céu: Eu já o glorifiquei e ainda o glorificarei - João 12:27 - 28.

" Esta é uma oração para que o Pai seja glorificado através da sua ressurreição: que, por meio dele, tendes fé em Deus, o qual o ressuscitou dentre os mortos e lhe deu glória, de sorte que a vossa fé e esperança estejam em Deus - 1 Pedro 1:21.

" Esta é uma oração para que o Pai seja glorificado através da sua ascensão e ministério celestial como Redentor-Sacerdote: Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai - Filipenses 2:9.

" Esta é uma oração para que o Pai seja glorificado através da aplicação do Seu (de Jesus) poder redentor na vida dos crentes como pode ser visto em:

1 - A Salvação gratuita causa "o louvor da glória da sua graça" - Efésios 1:6
2 - O Ministério do Espírito Santo - Efésios 1:13 - 14
3 - A frutificação dos crentes - João 15:8
4 - A vida de oração dos crentes - João 14:13
5 - As obras realizadas pelos crentes - Mateus 5:16
6 - A santificação dos crentes - 1 Coríntios 6:20
7 - O ministério dos crentes - 1 Pedro 4:10 - 11
8 - Todos os atos de justiça - Filipenses 1:11
9 - A atitude de ações de graças - Lucas 17:14 - 16
10 - O bom testemunho - Gálatas 1:23 - 24
11 - O ato do arrependimento - Apocalipse 16:9
obs.: Esta lista não pretende ser exaustiva, mas somente ilustrativa.

É de vital importância para cada um de nós compreender como nós nos encaixamos nesta oração. O Pai glorificou o Filho habilitando-O a concretizar o trabalho da crucificação, ressuscitando-O dentre os mortos e recebendo-O de volta nos céus. Agora nos céus o Senhor Jesus cuida de juntar, sustentar e ministrar a Seu povo. É aqui que nós entramos. Nós precisamos entender a importância da oração, das boas obras, de sermos ou darmos um bom testemunho e de ministrarmos a graça de Deus a outras pessoas. Imagine você sendo a resposta de Deus à oração de Jesus!

D. O que podemos aprender desta oração

1. A beleza, a majestade, a compaixão, a fidelidade, a santidade e a total ausência de egoísmo que vemos no Senhor Jesus precisa se tornar em louvor honra e ações de graças em nossas vidas diárias.

2. A importância de compreendermos e vivermos para a glória de Deus.

3. O reconhecimento de que nosso progresso na vida cristã contribui para promover a glória de Deus. Devemos orar para aprofundarmos nossas vidas cristãs.

4. A compreensão de que nosso crescimento espiritual pode envolver sofrimento

5. A compreensão de que orar nada mais é do que um bate papo com Deus e envolve em orar a palavra de Deus e a vontade de Deus para que se transformem em realidade em nossas vidas.

6. O valor e privilegio de termos o Pai celestial que temos.



d
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