SEÇÃO Estudos Bíblicos
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LAÇOS MATRIMONIAIS

Publicado em 1/17/2003

Takayoshi Katagiri - takayoshi@terra.com.br
JesusSite

"- Depois de oito meses de casamento, estou tão frígida como um iceberg.

Esta formosa jovem se casara com um simpático marinheiro de nossa cidade há oito meses passados. Segundo o que ela me disse, estavam loucamente enamorado e esperava, ansiosamente e, com muita alegria o dia de seu casamento. Deprimida depois de pouco tempo de casada ela perdeu todo o interesse em seu marido. Parece que esta jovem fora acusada de promiscuidade por sua madrasta quando tinha 14 anos de idade. Duas de suas irmãs mais velhas eram de moral leviana antes de seus respectivos casamentos, o qual foi causa de grande vergonha para toda a família. Quando a madrasta lhe fez aquela injusta acusação, a moça, mentalmente, prometeu a ela mesma "eu me manterei virgem até o dia do casamento, não importa como." Infelizmente, quando seu simpático noivo colocou a aliança em seu dedo e marcaram a data para o casamento, ela deixou cair suas barreiras e eles tiveram relações sexuais. Ela admitiu que desfrutou das mesmas e a praticaram várias vezes antes de se casarem.

Seus problemas, realmente, começaram quando vestiu seu bonito vestido de noiva pela primeira vez. E essa foi sua primeira genuína recordação de que entraria na vida matrimonial sem sua virgindade. Quanto mais ela pensava sobre isto, mais furiosa se tornava. Em vez de culpar-se por haver cedido, ela colocava todo o peso da culpa em seu marido. A auto-justificacão é um mecanismo de defesa natural contra a auto-condenação, naturalmente, porque era mais fácil culpá-lo do que compartilhar da responsabilidade. Em breve sua hostilidade traduziu em auto-comiseração e, finalmente se tornou deprimida. Seu médico receitou medicamentos que, simplesmente, significaram alívio temporário. A única esperança para aquela jovem senhora era perdoar seu marido, perdoar-se a si mesma, e pedir o perdão de Deus para seus pecados. Quando ela, finalmente, fez isto, ela não só foi capaz de desprender-se da depressão, mas experimentar um amor renovado por seu marido. Desde então eles tem iniciado uma cálida e significativa vida de relacionamento juntos."

(Extraído de "Como vencer a Depressão" Tim La Haye, Editora Vida, pp.110/111)

Há uma aberta e ostensiva propaganda contrária ao casamento e aos laços matrimoniais nos dias atuais. As pessoas estão sujeitas continuamente à idéia de que o casamento é uma instituição falida e sem sentido. A promiscuidade sexual tem sido não somente tolerada, mas também incentivada nas propagandas em geral. Propagandas veiculadas até mesmo pelo Governo Federal, quando incentiva o uso da camisinha no relacionamento sexual. Isto é, todos podem cometer todos os tipos de relacionamento sexuais, desde que não contraiam doenças infecto-contagiosas...

O mundo tem andado cada vez mais vazio, e cada vez mais se afunda em sua própria destruição, pois a cada dia afasta-se mais da presença de Deus, pois não leva em consideração, essa "alguma coisa" chamada pecado.

Não é exagero dizer que antigamente a sociedade vivia sob o terror da religião. Quando se abatiam pestes sobre as pessoas, ou quando as colheitas não eram abundantes, alguns povos faziam até mesmo sacrifícios humanos para conter a ira dos deuses. Aqueles que não acreditavam na existência de Deus (ou dos deuses), escondiam seu ateísmo, com medo de sua própria incredulidade. Com o passar do tempo, e o progredir da Ciência (que despreza o elemento religioso em suas pesquisas científicas), a religião caiu em franco descrédito. Hoje as pessoas não buscam os templos e os sacerdotes para curar uma gripe. Vão às farmácias e compram comprimidos ou fórmulas injetáveis. As colheitas reduzidas são combatidas com inseticidas, melhoramentos genéticos das sementes, adubos e fertilizantes. E, nesta esteira de raciocínio, todos nós somos bombardeados com a idéia de que somos os únicos responsáveis pela nossa própria felicidade. Que a nossa felicidade depende única e exclusivamente de nós mesmo. Assim, poderíamos desprezar e excluir a presença de Deus de nossas vidas. Somos constantemente bombeados com a idéia de que Deus não se importa conosco, ou, pelo menos, que Ele não pode, ou não quer, fazer muita coisa por nós. Desta forma, Ele não faria muita falta para nós. As músicas, as novelas, os desenhos, as revistas e os filmes excluem quase que totalmente a pessoa de Deus. Você já percebeu isto?

A palavra "pecado" tem deixado de ter importância, sendo que a permissividade e a promiscuidade tem tomado conta de nossa sociedade, e, conseqüentemente, de nossos jovens, de forma que está havendo uma massiva desagregação dos relacionamentos conjugais duradouros. E é uma infeliz realidade mulheres ainda jovens que tem filhos que tem de pais diferentes... Pior: a industria do aborto prolifera e floresce à custa de vidas humanas.

A sociedade moderna é uma sociedade hedonista, onde a ótica é o prazer. Você já ouviu falar da expressão: "o que importa é o prazer"? É a máxima que tem direcionado a vida de milhares de jovens, às vezes instigadas pela massiva propaganda a favor da liberação sexual. Com um saldo extremamente penoso e doloroso: a infelicidade de quem se entrega a esse tipo de relacionamento superficial.

Prazer não é sinônimo de felicidade. Felicidade não é feita apenas de momentos, como pregam muitos.

Os filmes e as novelas da TV, que exercem uma grande influência sobre a sociedade não levam em consideração o elemento "pecado". Os filmes e a novelas estão recheadas de situações em que as pessoas vão para a cama logo no primeiro encontro. Sem nenhum maior compromisso, sem nenhum pudor, ou consciência das danosas conseqüências destes relacionamentos heterogêneos e passageiros... Acreditam que um relacionamento sexual extra-conjugal "não tem nada de mais". Afinal, "todo mundo faz isso".

Existem leis que regem todas as coisas. A nossa ignorância acerca destas leis, não nos torna menos culpados, e nem retira ou contorna as desastrosas conseqüências de nossos atos.

O nosso Criador, quando criou o relacionamento sexual entre as espécies, o fez com o fito de perpetuar a vida destas espécies. Mas no ser humano, o relacionamento sexual tem um significado especial, um significado espiritual, uma finalidade santa, pura e cândida.

Erra quem pensa e vê o relacionamento sexual como algo sujo, imoral e contrário à santidade de Deus, pois nunca conseguirá ter um relacionamento completo e total como é a intenção de Deus para o casamento. Por outro lado, também erra quem pensa e vê o relacionamento sexual como uma mera e simples fonte de alegria, prazer e diversão, como tem sido tratado pela população do mundo em geral.

Essas pessoas que saem pelas noites para adulterar, engravidar, dançar e beber, divertir-se, enfim, em coisas que excluem a pessoa de Deus, estão andando em direção à sua própria infelicidade, em direção ao seu próprio... inferno. Ironicamente, fazem isto em busca dessa alguma coisa que todos chamam de "felicidade".

Eu gostaria de fazer uma pergunta e gostaria que você me respondesse com a maior sinceridade que te seja possível: as pessoas que você conhece, que tem relacionamentos com múltiplos parceiros(as) são felizes? Aquele rapaz (ou aquela moça), que mora perto de sua casa, e que sai nas noites de sábado para voltar na madrugada de domingo, ele(a) é feliz? Ele(a) ri, conta piadas, é popular, mas... ele(a) tem paz? Consegue dormir tranqüilo? Ou ele apenas foge da dura realidade de sua própria vida nos finais de semana?

Existe um elemento que é comum a tudo quanto acontece na natureza: conseqüências. Tudo quanto acontece tem uma conseqüência, boa ou má, de acordo com o lugar e o elemento envolvido. E muitas vezes nós não vemos as conseqüências que se abatem (despencam) sobre aqueles cujas vidas nós, muitas vezes, invejamos: angustias, alcoolismo, solidão, depressão, abandono...

Existe um plano de Deus para o ser humano, que prevê paz, gozo, realização para todos aqueles que se submetem a esse plano de Deus. Isto inclui pureza, fidelidade e castidade. Dar ouvidos à propaganda enganosa e perniciosa a que estamos sendo constantemente bombardeados, é afastar de Deus para nossa própria infelicidade.

Seja bendito o teu manancial; e regozija-te na mulher da tua mocidade. Como corça amorosa, e graciosa cabra montesa saciem-te os seus seios em todo o tempo; e pelo seu amor sê encantado perpetuamente. (Provérbio 5:18-19)



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